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Mostrando postagens de agosto, 2012

Para não dizer que não falei de flores

Pelos campos há fome, Em grandes plantações,Pelas ruas marchando Indecisos cordões, Ainda fazem da flor, Seu mais forte refrão E acreditam nas flores, Vencendo o canhão... Vem, vamos embora Que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora não espera acontecer.  Geraldo Vandré na canção “PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES”, fala com sentimento sobre fazer a hora. Isto pelo fato de viver um tempo com situações peculiares, que às vezes acontece na história de Algum País. O que aprendo com tal poesia (permitam-me referir a esta preciosidade como Poema). Somos convidados a fazer a hora, A fazer acontecer. Um belo convite a deixar as armas bélicas e usar as ferramentas da razão, do amor, da mansidão. Longe de ser herege, ou, profano ao buscar em uma musica lições morais, ou discursivas como sermão religioso. Mas precisamos ouvir de nossos púlpitos, ou altares, palavras que pontue uma pauta positiva para nossa gente, nosso povo. Nas escolas, nas ruas, Campos, construções, Somos todos sol

UM POUCO DE HISTÓRIA

A religião cristã nasceu durante o Império Romano. Por séculos se expandiu, conquistando poder e grande número de adeptos. Em 313 obteve do governo romano o direito á liberdade de culto; em 391 foi transformada em religião oficial do império. Entretanto, o poder da igreja só se consolidaria com a conversão dos povos germânicos ao catolicismo. Com isso, a Igreja sobreviveria à desagregação do Império Romano do Ocidente, ao mesmo tempo em que se transformava na mais poderosa instituição de seu tempo. Em uma sociedade fragmentada, a Igreja católica garantia não só a unidade religiosa, mas também a política e a cultural. Com o controle da fé, ela ditava a forma de nascer, morrer, festejar, pensar, enfim, de todos os aspectos da vida dos seres humanos no mundo medieval. A  Igreja católica foi a instituição mais poderosa da idade Média. Numa época em que a riqueza era medida pela quantidade de terras, a Igreja chegou a ser proprietária de quase dois terços das terras da Europa ociden