sexta-feira, 27 de julho de 2012

Oração Como estilo de Vida


Leitura no Evangelho de Lucas 2:25-38


1.       Simeão era Justo – Piedoso – e o Espírito Santo estava Sobre ele
·         Lucas diz que Simeão era Justo. Somos colocados diante de uma virtude que reflete o caráter de Deus. Deus é Justo.
·         Outra Qualidade ressaltada em Simeão é a Piedade. Piedade esta ligada ao respeito a Deus e a compaixão pelo sofrimento das pessoas.
·         Estevão foi sepultado por homens Piedosos,  Atos 8:2.
·         Paulo diz aos irmãos de Tessalônica que vivera entre eles de forma Piedosa, Justa e Irrepreensível, 1 Ts 2:10.   Outro Conselho Paulino para nós é o exercício da Piedade. Com o exercício vem a prática dando-nos a capacidade de exercer a vida ministerial com Piedade.
2.       A Profetisa Ana e sua vida Piedosa diante de Deus.  Decidiu viver servindo a Deus.  A oração e o Jejum era uma pratica voluntaria.   Ana tinha a oração como estilo e vida
3.      Exemplos Bíblicos de homens que tinham a oração como estilo de vida.  Davi – Homem segundo o coração de Deus  Davi nunca exerceu ministério sacerdotal, profético e nem levitico.  Davi foi pastor de gado miúdo (ovelhas), foi Militar em Israel e rei.  Mas, em todas as fazes de sua vida a oração fazia parte da prática piedosa de Davi, os  Salmos são testemunhas disto (7, 8, 9, 17, 18 entre outros tantos Salmos. Daniel – Mui Amado do Senhor. Daniel era de nobre nascimento, fui juntamente com Hananias, Misael e Azarias ao palácio do Rei Nabucodonosor. Tinha uma vida de Intensa atividade Política. Não tinha traços de que exercesse ministério religioso,  Porém, tinha a oração como estilo de vida, Dn 6:10
4.       A oração como estilo de vida em Nossas Vidas.  Não importa o quanto tempo você ora  Deus procura os verdadeiros Adoradores e espera por eles. Deus conta com nossa vida de Oração Para mudar as Circunstancia em nossa volta.
Sem duvidas Simeão, quando abraçou o verbo encarnado ela estava abraçando a maior das respostas de suas orações. Quando Ana, a filha de Fanuel viu Jesus ela estava diante daquele que ela esperava.
Davi trouxe a existência a vitoria de Israel, a derrocada dos Inimigos, dele e de seu povo. Daniel como resposta devolveu a Israel à liberdade do cativeiro.
Que nossas ações sejam baseadas no estilo de vida que temos. A Oração

quinta-feira, 12 de julho de 2012


O que eu vejo Deus fazendo
Quando dissemos que Deus é o mesmo ontem hoje e eternamente, estamos dizendo que de fato Sua forma de agir no meio do seu povo também é o mesmo. Quem dentre os cristãos, sobre tudo entre os pentecostais não aplaudem os testemunhos de curas e libertações realizados em nossas igrejas. Pois, bem, os milagres, as curas, as libertações são vistas com frequência em nossos cultos, é apenas observar.  A IEAB Vila Iolanda -Foz Iguaçu, recentemente foi tomada por uma alegria contagiante ao ouvir o testemunho contado pela Camila Fernanda Diaz Zubeldia, que é membro da igreja em Foz. Em dezembro de 2011 ela teve um filho, o Cristian Rafael, e desde muito cedo percebeu que ele não respondia aos estímulos de som, qualquer barulho à sua volta era ignorado por pelo Cristian. Camila tem uma filha de quatro anos que sempre estava em suas brincadeiras infantis e o Cristian, simplesmente ficava alheio a tudo. Camila foi tocada intimamente por Deus quando ouviu uma mensagem que dizia que a fé deve ser exercitada através da oração. Camila Orou pedindo ao Senhor a cura de seu filho. Sentiu a resposta de Deus e, Louvou e esperou o Milagre. Após um incidente em que a Larissa (a filha de quatro anos) que ao derrubar uma vassoura se assustou e gritou, Cristian, assustou-se também e começou a chorar, dando assim a resposta  de Deus a respeito da Cura. Logo em seguida foi feito Os exames médicos que confirmaram  ele tinha problemas auditivos. Neste momento a dúvida surgiu: Deus não curou meu Filho!? Bom, os exames deram positivos e uma nova avaliação ficou marcada para outra data, e a família continuou crendo e no Milagre recebido. No dia 24/04/2012 (vinte e quatro de abril) um novo exame foi feito e agora os exames mostraram que o Cristian estava com todas as faculdades auditivas em perfeito estado, ouvindo até mesmo cochichos. Os resultados dos dois exames comprovam a cura plena do pequeno. Que neste período esteve internado na UTI com bronquiolite  e recebeu também a graça da cura. Como pastor pastor de Camila e sua família Acompanheiu este processo de busca da família. Quando Camila contou este testemunho na Igreja foi um momento de muito jubilo para toda igreja que aplaudiu Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo Pelo Milagre.

A Ele seja a Glória.

domingo, 1 de julho de 2012


Os Simbolo do Cristianismo na História
 Todas as religiões e ideologias têm seu símbolo visual, que exem­plifica um aspecto importante de sua história ou crenças. O judaísmo antigo, com medo de quebrar o segundo mandamento, que proíbe a fabricação de imagens, evitava sinais e símbolos visuais. O judaísmo moderno, porém, emprega o assim chamado Escudo ou Estrela de Davi, um hexagrama formado pela combinação de dois triângulos equiláteros. O Escudo fala da aliança de Deus com Davi de que o trono deste seria estabelecido para sempre e que o Messias viria da sua descendência. O Cristianismo, portanto, não é exceção quanto a possuir um sím­bolo visual.    Todavia, a cruz não foi o primeiro. Por causa das selvagens acusações dirigidas contra os cristãos, e da perseguição a que estes foram submetidos, eles tiveram de "ser muito circunspectos e evitar ostentar sua fé. Assim a cruz, agora símbolo universal do Cris­tianismo, a princípio foi evitada, não somente por causa da sua as­sociação direta com Cristo, mas, também em virtude de sua associação vergonhosa com a execução de um criminoso comum". De modo que nas paredes e tetos das catacumbas (sepulcros subterrâneos na periferia de Roma, onde os cristãos perseguidos provavelmente se esconderam), os primeiros motivos cristãos parecem ter sido ou pin­turas evasivas de um pavão (que se dizia simbolizar a imortalidade), uma pomba, o louro dos atletas ou, em particular, de um peixe. Somente os iniciados saberiam, e ninguém mais poderia adivinhar que ichthys ("peixe") era o acrônimo de Iesus Christos Theou Huios Soter ("Jesus Cristo Filho de Deus Salvador"). Mas o peixe não permaneceu como símbolo cristão, sem dúvida porque a associação entre Jesus e o peixe era meramente acronímica (uma disposição fortuita de letras) e não possuía nenhuma importância visual.  Um emblema cristão universalmente aceito teria, obviamente, de falar a respeito de Jesus Cristo, mas as possibilidades eram enormes. Os cristãos podiam ter escolhido a manjedoura em que o menino Jesus foi colocado, ou o banco de carpinteiro em que ele trabalhou durante sua juventude em Nazaré, dignificando o trabalho manual, ou o barco do qual ele ensinava as multidões na Galiléia, ou a toalha que ele usou ao lavar os pés dos apóstolos, a qual teria  falado de seu espírito de humilde serviço. Também, havia a pedra que, tendo sido removida da entrada do túmulo de José, teria proclamado a ressurreição. Outras possibilidades eram o trono, símbolo de soberania di­vina, o qual João, em sua visão, viu que Jesus partilhava, ou a pomba, símbolo do Espírito Santo enviado do céu no dia do Pentecoste. Qualquer destes sete símbolos teria sido apropriado para indicar um as­pecto do ministério do Senhor. Mas, pelo contrário, o símbolo escolhido foi uma simples cruz. Seus dois braços já simbolizavam, desde a remota antiguidade, os eixos entre o céu e a terra. Mas, a escolha dos cristãos possuía uma explicação mais específica. Deseja­vam comemorar, como centro da compreensão que tinham de Jesus, não o seu nascimento nem a sua juventude, nem o seu ensino nem o seu serviço, nem a sua ressurreição nem o seu reino, nem a sua dádiva do Espírito, mas a sua morte e a sua crucificação.(imagem http://antoniogilberto.blogspot.com.br/2011/09/cruz-de-cristo-e-suas-dimensoes.html)